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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Baixar o IRC

Concordo com a descida do IRC, mas concordo mais com uma descida generalizada dos impostos, mesmo que mais suave. A proposta que está em cima da mesa é reduzir a taxa do actual máximo de 31,5% para 19% até 2018.

À semelhança da medida da TSU em Setembro do ano passado, esta é também uma medida muito marcada ideologicamente. Uma vez mais o argumento é o de que se fizermos a vida fácil às empresas (e terrível aos trabalhadores), estas vão criar mais emprego. Até pode ter alguma ponta de verdade, mas o certo é que eu posso fazer uma proposta igualmente criadora de emprego: baixar o IRS para que a população tenha dinheiro para comprar mais produtos, que por sua vez precisam de mais trabalhadores para os produzir.

Normalmente há alternativas como a que descrevi acima e é aqui que se vê a ideologia de cada governo. Para desgraça da maioria dos portugueses, as elites que nos governam (troika incluída) são claramente viradas à direita. Talvez as mais à direita que Portugal e a Europa tiveram desde que há democracia, o que é desesperante.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Economia paralela na Europa

O gráfico abaixo mostra a percentagem da economia paralela em relação à economia dita "real".


sábado, 20 de julho de 2013

Empatia por outros países europeus

A imagem abaixo representa uma sondagem feita no Reddit, pelo que pode não ter colagem nenhuma à realidade. No entanto, não deixa de ser interessante o resultado.



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Europa: desemprego jovem

Alguém acha sinceramente que isto não é um dos maiores problemas de curto e médio prazo?
Menosprezar este problema é convidar grandes convulsões sociais ou até mesmo revoluções.


sábado, 25 de maio de 2013

Baixar salários em Portugal para ganhar competitividade é uma falácia

No estudo "The Tax Burden of Typical Workers in the EU 27" prova-se uma vez mais que Portugal não vai ganhar competitividade nem atrair investimento ao baixar salários.
Para contrariar a lenga-lenga com que os políticos nos bombardeiam todos os dias, o quadro abaixo prova que Portugal é dos melhores países da União Europeia para investir, no que respeita a salários. É certo que salários baixos oferecem uma vantagem competitiva à empresa, mas neste momento já são suficientemente baixos.


Nos dias de hoje há factores muito mais importantes:

  • A qualificação dos recursos humanos é essencial e por isso é que é um crime que se corte cegamente o orçamento para a educação.
  • A procura interna determina quase sempre se se vai investir ou não, com excepção para as empresas maioritariamente exportadoras.
  • A estabilidade fiscal permite a um investidor saber se o seu plano de negócios é exequível ou não.
  • A eficiência e rapidez da justiça oferece segurança a investidor.
  • O regime de IRC tem de favorecer empresas criadoras de emprego e de produção de transaccionáveis.


sábado, 18 de maio de 2013

Europa - Jovens que vivem em casa dos pais

A permanência dos jovens em casa dos pais é um misto de autonomia financeira com cultura e tradição. Nos países do sul é perfeitamente normal que um jovem com 25 anos ainda viva com os pais, enquanto no norte é raríssimo.
Vejam a percentagem por país no gráfico abaixo.


sábado, 11 de maio de 2013

Preços da electricidade na Europa

O Economist publicou um artigo que contém o gráfico abaixo e que diz respeito aos preços praticados em vários países da Europa. Portugal, como país próspero que é, tem preços acima da média europeia. Não sei que mais argumentos são precisos para constatarmos que estamos a ser extorquidos.

A energia está presente em praticamente todos os sectores, sendo ela electricidade, gás ou gasóleo. O preço da energia é portanto determinante para a competitividade da economia e no nosso caso é bastante desfavorável. Empresas com necessidades elevadas de electricidade não virão com certeza investir em Portugal. Por mais barata que a mão-de-obra seja, o custo da energia é demasiado elevado para se conseguir compensar.

O nosso governo tem andado preocupado em baixar salários, em vez de reduzir drasticamente todos estes custos de contexto que impedem, estes sim, de Portugal se tornar um país competitivo.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Europa a várias velocidades

Há duas semanas atrás o presidente do Banco Central Europeu apresentou aos representantes dos países da moeda única os slides deste link.
Um dos gráficos que me saltou à vista foi o que está abaixo. Representa os spreads praticados pelos bancos de 4 países às PME. Reparamos que os valores da Alemanha e França são substancialmente inferiores ao da Espanha e mesmo da Itália. Aposto que em relação a Portugal seria menos de metade do custo.

Ora, como é possível falar em competitividade se as condições de financiamento são totalmente diferentes? A mesma empresa em países diferentes é obrigada a praticar salários mais baixos ou preços mais altos nos países com maior dificuldade de acesso ao crédito. Com o agudizar da crise, este fosso só vai continuar a aumentar.
Já cheguei a um ponto em que para mim só há duas alternativas claras: uma convergência total das economias europeias ou uma separação definitiva da moeda única. A convergência implica financiamento igual para todas as empresas, regime fiscal semelhante e salários proporcionais. Desta maneira todos os países ganhariam um pouco, ao contrário do que acontece agora, em que uns ganham muito à custa dos outros.

No half measures!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

É a Grécia que deve à Alemanha ou o contrário?

Depois de ver o artigo com o título abaixo fiquei curioso:

Reparações de guerra. Governo grego afirma que Alemanha deve 162 mil milhões

Após a segunda guerra mundial terá havido um perdão gigantesco de dívida à Alemanha, para que esta se pudesse recuperar. E não estamos a falar de um perdão ao estilo grego - de 160% do PIB para 120% - mas sim de um perdão a sério. A confirmarem-se estes valores, acredito que deva ser extremamente frustrante para os gregos se sujeitarem a condições cruéis por parte do seu maior devedor.

Esta quantia é capaz de reduzir para metade o valor da actual dívida pública grega e é por isso que é politicamente relevante que este relatório tenha aparecido. Não me acredito em qualquer tipo de benevolência dos alemães, mas pode ser que os faça lembrar que por várias vezes a Europa os ajudou. Talvez fosse altura de fazerem o mesmo.

Exportações da Noruega

Tenho a curiosidade constante de saber por que é que a Noruega é um país tão rico. Recentemente vi uma imagem que continha os produtos que a Noruega exportava e parece-me que o segredo poderá estar também aqui.


O petróleo representa cerca de 57% das exportações norueguesas, o que é abismal. Caso o petróleo deixe de ser a commodity mais procurada do mundo haverá uma séria quebra da economia norueguesa. Estamos a falar de mais de metade das exportações, o que poderá significar a transformação de um país rico num país normal ou quem sabe pobre.

domingo, 17 de março de 2013

Europa muito perigosa

Na reunião do ECOFIN da sexta-feira passada decidiu-se resgatar financeiramente o Chipre. O problema é o habitual: a banca endividou-se muito, blá blá blá, é preciso salvar a banca se não morremos todos, blá blá blá, o contribuinte é que vai pagar tudo.

Nada de novo no mundo em que vivemos. O mais grave é que desta vez, além da subida de impostos e corte de despesas, a UE concordou com uma medida muito perigosa:

- Aplicar uma taxa de 6,75% sobre todos os depósitos até 100 mil euros.
- Aplicar uma taxa de 9,9% sobre todos os depósitos acima de 100 mil euros.

Isto abre um precedente gigantesco na segurança e na propriedade privada dos depositantes europeus. Por decreto europeu é agora possível tirarem-me uma percentagem da minha riqueza, porque a banca se enterrou. Dizem eles que vão dar em troca acções dos respectivos bancos, como se isso compensasse a gravidade da operação.

Trata-se de expropriação de dinheiro dos depositantes, que presumo que apenas aconteça em regimes "democráticos" como o da Coreia do Norte. Se Portugal se continuar a enterrar como tem feito tão bem nos últimos anos corremos o risco de nos virem sacar dinheiro às nossas contas, sem sequer nos perguntarem.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Europa: indicador de pobreza

Sobre a imagem abaixo só tenho um comentário: Ainda bem que vivemos num país quentinho!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Salários médios na Europa

Não conheço a fonte da imagem abaixo, pelo que não consigo confirmar a sua veracidade. No entanto, dá para perceber que há sítios bem melhores para se ganhar a vida do que Portugal - pelo menos no que toca a dinheiro.


Sendo eu um apreciador do bom tempo e da boa comida, sobram-me poucos países onde não me importaria de trabalhar. Infelizmente os países do sul não são os fortes economicamente...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Portugal extinto em 2204?

É este o título de um artigo escrito para o PressEurop que, embora exagerado, tenta levantar a discussão do envelhecimento da população. O artigo é sobre Portugal mas, lendo os comentários, percebe-se que são bastantes os países que enfrentam este problema.

Na minha opinião, este é um problema mais psicológico/social do que financeiro. Podem e devem existir incentivos fiscais para que as pessoas tenham mais filhos, mas não me parece que esse seja o principal factor. Nas últimas décadas as pessoas habituaram-se a viver com cada vez maior qualidade e não querem abdicar dela. Ter um filho é visto por muita gente como um fardo a carregar para o resto da vida, que poderá impedir de atingir objectivos profissionais e financeiros.

Infelizmente, a sociedade precisará de um choque para perceber que se está a extinguir. Quanto mais não seja, quando verificarem que o sistema de pensões do seu país não é sustentável, por não haver jovens a trabalhar.

Espero sinceramente que sejam tomadas decisões ao nível da Comissão Europeia, que terão obrigatoriamente de passar por descriminações positivas fiscais. Pelo menos, numa primeira fase...

Poder de compra na Europa

Recentemente dei de caras com um mapa que mostra o poder de compra em cada país da Europa (clicar neste link para ver melhor a imagem).
Nota-se claramente que há grandes desigualdades no nosso continente e que Portugal é o país mais fraco de toda a zona euro. Nem a Grécia tem um poder de compra mais baixo que o nosso, numa altura em que já levam 5 anos seguidos de recessão. Apesar de estarmos mal posicionados na zona euro, ainda estamos acima da Europa de leste, onde o poder de compra é francamente baixo.

Mais uma vez é de realçar a Noruega, onde todas as regiões do país tem um poder de compra altíssimo. A Suíça também está no top, o que indica que não é preciso estar-se na zona euro para se prosperar.

Espero que um dia possamos estar na zona vermelha...


sábado, 24 de novembro de 2012

Europa, mas qual Europa?

Os nossos brilhantes líderes europeus voltaram a mostrar aquilo que valem: nada. Não há consenso sobre o orçamento plurianual 2014-2020, sendo certo que irá haver uma redução muito significativa em relação ao que havia até agora.

A Europa não estava tão partida desde há mais de 30 anos e a coisa não parece melhorar. A abundância de dinheiro fez com que a Europa tivesse unida até agora, mas a falta dele está a mostrar o carácter de cada um. Nenhum país quer genuinamente ajudar os restantes, sendo tudo feito para benefício próprio. O Reino Unido pretende reduzir o orçamento em 200 mil milhões, tem sido irredutível na sua posição e parece estar a fazer tudo para o convidarem a sair da União Europeia.

Quando me perguntam como é que vejo a Europa daqui por 20 anos fico com muitas dúvidas, o que é mau. É sinal que começamos a não ter qualquer fé ou esperança no rumo que está a ser seguido. Com a continuação da doutrina da austeridade vislumbro tempos ainda mais difíceis do que os actuais.

Há pessoas que não sabem ou se esquecem que a ascensão do Hitler resultou de um período de muita turbulência financeira na Alemanha. Aliás, na Roma antiga criou-se a política do Pão e Circo, em que se dava comida e diversão aos cidadãos para que estes não se revoltassem contra os seus governantes. Penso que já estivemos mais longe disso.

sábado, 17 de novembro de 2012

Europe economic quick facts

O Economist tem uma página dedicada a dados económicos básicos sobre vários países da Europa. Rapidamente podemos comparar alguns indicadores entre países e o que se pode concluir é que não é só Portugal que está mal. Para o ano de 2013 adivinha-se vida difícil para quase todos os países.

É curioso ver que as maiores dívidas públicas concentram-se quase exclusivamente nos países da Zona Euro. Isto parece sintomático, não?


domingo, 28 de outubro de 2012

Banco de Portugal - Boletim estatístico

Saiu recentemente o Boletim Estatístico do Banco de Portugal com os dados dos últimos trimestres. Naturalmente que não dá para comentar aqui todos os findings, mas irei apontar os principais.


1. O consumo privado está (ou pelo menos estava) muito ligado à actividade económica portuguesa. Pelo gráfico abaixo dá para concluir que mexendo no poder de compra das pessoas, a economia ressente-se praticamente na mesma proporção. No entanto, a tendência dos últimos tempos não tem sido tão gravosa, possivelmente explicada pelo aumento das exportações.

2. A queda astronómica da compra de veículos é perfeitamente visível no quadro seguinte. Não admira que os fabricantes estejam a despedir ou a diminuir a produção. E atenção que não é um problema exclusivo de Portugal. Na zona euro, a quebra em Agosto de 2012 foi de 9,8%.

3. O crédito à habitação tem diminuído por toda a zona euro, com especial destaque para Portugal. A banca não tem concedido crédito com tanta facilidade e os próprios consumidores não querem arriscar num clima de muita incerteza.


4. Com a crise instalada em Portugal, as obrigações do tesouro a 10 anos dispararam para um máximo de 13,85% em Janeiro de 2012. No gráfico abaixo podemos observar que enquanto subia drasticamente para Portugal, a Alemanha viu as suas obrigações descerem para perto de 0. Onde está a solidariedade do projecto Europeu?

5. No gráfico abaixo, não estão os 17 estados membros da zona euro, mas de qualquer das maneiras já dá para ver que quase ninguém respeita os tratados assinados. A linha preta na vertical representa o tecto máximo de dívida pública que os países deviam poder contrair. Nem a "cheia-de-letra" Alemanha o conseguiu fazer.

6.  A taxa de variação homóloga nas exportações tem sido quase sempre positiva tanto para bens e serviços, o que significa que temos conseguido aumentá-las consistentemente. Infelizmente o país para onde exportamos mais é a Espanha, que se prevê entrar igualmente em recessão prolongada. De qualquer maneira as exportações para fora da zona euro têm aumentado bastante, com especial destaque para o Brasil, Angola, China e EUA.



Legenda: 
1- Intra-Área Euro   2 - Extra-Área Euro   3 - Reino Unido    4 - Outros países da UE
5 - EUA    6 - África     7 - Ásia     8 - América Latina     9 - Outros

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Rigor orçamental

O Eurostat publicou um relatório sobre os défices efectivos do ano de 2011 nos países da União Europeia e em particular, da Zona Euro. É engraçado verificar que esta obsessão orçamental não é respeitada por quase país nenhum, incluindo a Alemanha. Eles que falam do topo de um pedestal, tiveram um défice de 0,8% em 2011. Não é muito, mas é suficiente para lhes tirar muita da moral.

Também no capítulo da dívida, os alemães estão em violação dos tratados Europeus, em que o tecto estabelecido é de 60% do PIB: registou em 2011 uma dívida de 80,5%.

Na semana que passou, o principal líder da oposição na Alemanha avançou com um número interessante (as palavras não são exactas): "Se cortássemos na Alemanha o que Portugal tem de cortar em percentagem, teríamos de explicar muito bem à população por que razão iríamos cortar cerca de 150 mil milhões do orçamento".

É este trabalho de sensibilização da opinião pública dos países do norte que é preciso fazer. Os políticos de lá, tais como os daqui, dizem o que for preciso para ganhar o voto das pessoas. Ora, por lá, têm ganho votos aqueles que dizem que o Sul se portou mal e que eles nos estão a dar dinheiro ao desbarato. Pois é precisamente graças a esta crise que a Alemanha (e outros) têm facturado imenso, senão vejamos alguns argumentos:


  • O índice bolsista DAX tem estado em valores próximos de máximos históricos.
  • As obrigações do tesouro alemãs são emitidas a juros negativos.
  • Emprestam aos países em dificuldades a 3%, 4% ou 5% e impõem medidas para que a população lhes pague de volta.

Não é com este tipo de atitude que se constrói uma Europa solidária. Já temos o castigo das medidas de austeridade, porquê pagar juros altos e ser duplamente castigado? Quando é que vamos ter um líder português que bata o pé no chão?

sábado, 29 de setembro de 2012

Transatlantic Trends 2012 Partners

Na semana passada saiu o relatório "Transatlantic Trends 2012 Partners" que consiste num estudo sobre a opinião pública em várias matérias. Podem consultar mais estatísticas no link acima, mas deixo aqui alguns dos gráficos mais interessantes.

O gráfico 7 mostra a percepção das pessoas sobre o impacto que a crise está a ter nas suas vidas. Portugal aparece em segundo lugar, como um dos países que mais tem sofrido com a crise (tanto em termos absolutos como em relação a 2011).

O gráfico 8 indica a aprovação do povo sobre a maneira como a economia está a ser gerida no seu país. Os espanhóis são os que têm a pior opinião e isso tem-se reflectido nos cerca de 20 p.p. que Mariano Rajoy perdeu nas últimas sondagens. Portugal aparece em 5º lugar.

O gráfico 9 traduz a opinião de que o seu país tem um sistema económico justo e equilibrado para todos. Como é hábito em indicadores positivos, Portugal situa-se nos últimos lugares, apenas ultrapassado pela Itália, Bulgária e Eslováquia.

O gráfico 10 apresenta uma estatística sobre o que as pessoas consideram ser o caminho em relação à despesa pública:
  1. Diminuir a despesa
  2. Manter o nível de despesa actual
  3. Aumentar a despesa
Portugal é esmagadoramente a favor da redução da despesa pública e por isso surge em primeiro lugar. É interessante analisar este indicador no caso da Alemanha. Mesmo tendo sucessivos superavits orçamentais e da balança comercial ao longo dos anos, a opinião pública considera que se deve baixar a despesa. Parece que o rigor faz mesmo parte da cultura desta gente...


Um indicador que eu andava à procura desde há uns tempos para cá está ilustrado no gráfico 13: sair ou não sair da zona euro. De repente parece que estamos todos de acordo que o euro foi uma má invenção. Os países sob intervenção financeira têm mais razões para ter esta opinião do que aqueles que têm pago juros negativos nas obrigações que emitem. Julgo que ainda iremos todos continuar neste casamento por mais uns tempos, mas com ainda mais violência doméstica.

Um último gráfico que achei curioso foi a opinião dos europeus sobre os candidatos americanos à presidência. Parece que por aqui ninguém gosta de republicanos ricos e idiotas.